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DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO – MÉDICOS ADVERTEM PARA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE HÁBITOS

No mês em que se comemora o Dia Mundial do Coração entidades ligadas ao tema chamam atenção para o risco das doenças cardiovasculares. Dados do Ministério da Saúde revelam que no Brasil, cerca de 300 mil pessoas sofrem infarto agudo miocárdio e desses 30% morrem todos os anos.

Robson Valentim

Com o intuito de conscientizar as pessoas a respeito das doenças cardiovasculares, chamar a atenção para um estilo de vida composto por escolhas mais saudáveis de alimentação e prática de atividade física regular como medidas de prevenção, foi criado o Dia Mundial do Coração, comemorado no dia 29 de setembro.

No Brasil, cerca de 300 mil pessoas sofrem infarto agudo miocárdio e desses 30% morrem todos os anos, segundo estimativas do Ministério de saúde. Entre os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares pode-se destacar:

  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Sedentarismo
  • Tabagismo
  • Obesidade
  • Histórico familiar
  • Estresse
  • Dislipidemia (níveis elevados de gordura no sangue)

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o ideal é que além de mudanças no estilo de vida evitando alimentos ultraprocessados, reduzindo o consumo de carnes vermelhas e aumentando o consumo de verduras e legumes, é recomendável a visita a um médico cardiologista pelo menos uma vez por ano. Na linha da prevenção, o Ministério da saúde recomenda mudanças no estilo de vida que podem resultar numa vida mais saudável. São elas:

– abandonar o sedentarismo, o tabagismo e praticar atividade física, conforme orientação médica;

– fazer trinta minutos de caminhada, pelo menos três vezes por semana, já é benéfico ao coração;

– manter uma alimentação saudável, sem gorduras ou frituras, dando preferência às carnes brancas;

– inserir vegetais, folhas e legumes nas refeições;

– trocar a sobremesa calórica por uma fruta;

– evitar o consumo excessivo de açúcar, massas, pães e alimentos industrializados;

– restringir a ingestão de bebidas alcoólicas.

Fontes: Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Cardiologia



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