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DIA MUNDIAL DA SAÚDE – A LUTA PELA EQUIDADE NOS SERVIÇOS MÉDICOS

No mês em que se comemora o Dia Mundial da Saúde, pesquisa da OMS revela que mais da metade da população mundial não tem acesso a serviços médicos básicos. No Brasil, dados do IBGE apontam que cerca de 70% da população não tem plano de saúde.

Robson Valentim

Comemorado todo o dia 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde foi a data escolhida para nos conscientizar sobre a importância da prevenção e combate às doenças como também da preservação e manutenção de uma vida saudável.

O casal Widmark e Gleice Miranda, proprietários da Guadalupe Clínica Médica Popular.

Nestes tempos em que a pandemia do covid-19 assola o mundo e vemos um despertar de esperança com o avanço da vacina, a Organização Mundial da Saúde – OMS, escolheu como tema para este ano, “A construção de um mundo mais justo e mais saudável”. A proposta da campanha tem como objetivo repensar a importância da equidade nos serviços de saúde para a melhoria das estatísticas de saúde globais e para a melhoria da saúde econômica e social de todo o planeta.

Ainda segundo a OMS, metade da população não tem acesso a serviços essenciais de saúde e cerca de 100 milhões de pessoas são empurradas para a pobreza extrema devido às despesas com serviços de saúde. Além disso, 800 milhões de pessoas no mundo gastam mais de 10% do seu orçamento familiar com despesas de saúde. 

Como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas – ONU, os países-membros se comprometeram a garantir a cobertura universal da saúde até 2030. 

No Brasil, dados do IBGE de 2019 (antes do coronavírus) revelam que sete a cada dez brasileiros, ou seja, mais de 150 milhões de pessoas dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde – SUS. Ainda de acordo com a pesquisa, cerca de 70% da população brasileira não tem acesso a plano de saúde.

Para a diretora da Guadalupe Clínica Médica Popular, Gleice Miranda, é dever de todos se envolver e fazer a sua parte para que essa situação mude no país. “Sabemos que no Brasil as despesas com saúde tem grande peso no orçamento das famílias. Quando eu e meu marido criamos a clínica, pesquisamos um conceito novo à época que é o de  clínica médica popular. Ou seja, uma maneira de dar acesso à serviço médico de qualidade com preços competitivos e acessíveis para grande parte da população. E é assim que participamos e apoiamos essa luta pela equidade nos serviços de saúde”, concluiu.



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