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A CLÍNICA GUADALUPE COMPLETA CINCO ANOS


Idealizada a partir de um conceito novo, a Guadalupe Clínica Médica Popular, em março de 2020, completa cinco anos. Com um corpo clínico formado por 43 médicos e mais de 20 especialidades médicas, a clínica realiza atualmente mais de 3 mil atendimentos por mês, entre exames, consultas, procedimentos e retornos, atendendo a mais de 30 planos de saúde.

Robson Valentim

Distribuir panfletos em locais estratégicos, carregar e montar mesas e macas, podar o jardim, fazer faxina e deixar tudo limpo para o dia seguinte. Uma rotina que não lembra em nada as atribuições de um casal de empresários, não é mesmo?

Botando a Mão na Massa Parte I – A Diretora administrativa, Gleice dos Anjos, faz panfletagem em locais estratégicos.
Foto: Acervo Pessoal

Mas, foi assim, com muito esforço e trabalho do casal Gleice e Widmark dos Anjos, que há cinco anos, surgia a Guadalupe Clínica Médica Popular. “Foram muitas idas e vindas a depósitos de material de construção, tive de lidar com a burocracia da documentação, carregar mesas, macas, cadeiras, balanças, limpezas e mais limpezas. Como o Widmark ainda trabalhava na indústria farmacêutica, ele vinha à obra me ajudar nos finais de semana ”, lembra Gleice Miranda, Diretora Administrativa da Clínica Guadalupe.

Botando a Mão na Massa Parte II
Gleice dos Anjos faz a poda das árvores, durante a reforma.
Foto: Acervo Pessoal

A Clínica Guadalupe abriu as portas no dia 23 de março de 2015, com um conceito que começava a ganhar força na área da saúde. “O Markinho (chamamos ele assim) se atentou ao conceito de clínica médica popular e começamos a estudar o assunto. Compramos e-books, pesquisamos o mercado e montamos o plano de negócio. Eu havia saído de uma sociedade em uma clínica de imagem e ele me encorajou a montar a clínica com esse enfoque”, conta Gleice Miranda.

Com uma história de garra e sucesso, o casal Widmark dos Anjos e Gleice Miranda Dutra dos Anjos permanece ligado à seus valores e raízes.
“Vamos continuar trabalhando motivados a ajudar o próximo, pois, isso faz parte da nossa missão.”
Widmark dos Anjos
Diretor Comercial da Clínica Guadalupe
Foto: Acervo Pessoal

A inspiração, o Widmark encontrou no próprio ambiente de trabalho. “Eu trabalhei na indústria farmacêutica por cerca de 25 anos e tinha um contato muito próximo com a classe médica. Isso me inspirou a ter essa vontade de montar nosso próprio negócio e a perceber essa oportunidade. O conceito de clínica médica popular se encaixa nesse vazio que existe entre as deficiências do sistema público e os altos preços cobrados na área da saúde. Então, a clínica popular fornece ao paciente uma opção privada, com uma estrutura de qualidade e valores acessíveis. O que impede que o paciente se sujeite às más condições do sistema público e aos altos preços praticados nos consultórios particulares”, explica Widmark dos Anjos, Diretor Comercial da Clínica Guadalupe.

No entanto, como tudo na vida, no começo as coisas não foram nada fáceis. “Agradecemos muito a Deus por conseguirmos encontrar profissionais que abraçaram nosso projeto. Afinal, era um local novo, fora dos grandes centros de atendimentos de saúde. Os médicos precisavam apostar que iria dar certo. E foi legal que, enquanto estávamos ainda em obras, colocamos uma placa provisória ‘Breve Aqui Clínica Médica Popular’ e alguns médicos começaram a aparecer. Hoje, temos médicos que estão conosco desde o início e somos muito gratos a eles”, lembrou Gleice Miranda.

Um desses profissionais de primeira hora foi a médica Lorena Barcala Reis. “Eu iniciei os trabalhos na clínica assim que ela terminou de ser construída, há cinco anos, com um projeto inovador de uma clínica de atendimento popular, numa região que, até então, não oferecia esse tipo de atendimento. Eu fico muito satisfeita de ser a primeira médica a fazer parte do corpo clínico aqui”, salienta a médica.

A clínica começou com quatro consultórios, uma funcionária, poucos médicos e pouquíssimo movimento. No primeiro mês de funcionamento, para se ter uma ideia, foram feitos apenas vinte e três atendimentos.

E, para fazer a roda girar, mais uma vez, o empreendedores tiveram de colocar a mão na massa. “Para ter movimento, eu panfletava em residências, comércios, pagávamos anúncios em jornais locais. Lembro de um paciente a quem entreguei um panfleto. Ao chegar na clínica, eu o recebi na recepção e ele me reconheceu. Depois, brincando, ele me perguntou se além de panfleteira, telefonista e recepcionista, se eu seria também a médica. Rimos bastante”, lembrou a diretora.

A ampliação, fruto da demanda crescente, permitiu que se dobrasse o número de consultórios.
Foto: Acervo pessoal.

Mas, aos poucos, todo esse trabalho duro foi sendo recompensado e a primeira grande ampliação foi feita em 2017. “A clínica começou com uma estrutura muito boa tanto para o cliente quanto para nós, profissionais de saúde. E ela cresceu a partir do aumento da demanda e da percepção dos donos de que precisavam crescer para fazer frente ao número crescente de atendimentos”. Quem explica é a psicóloga Luciana Almeida, profissional de saúde que trabalha há mais de quatro anos na clínica.


“ As pessoas chegam até nós num momento em que estão bem fragilizadas. E temos de ter a sensibilidade para oferecer um tratamento humanizado que as façam se sentir seguras e acolhidas”
Thays Karen Alves, recepcionista. Funcionária mais antiga da Clínica Guadalupe.
Foto: Robson Valentim

Com a ampliação, a clínica passou de quatro para nove consultórios. Criou-se um ambiente específico para agendamentos. A recepção e a sala de espera foram ampliadas, bem como, novas contratações de pessoal foram necessárias. Uma rotina de treinamentos constantes foi criada, garantindo a melhoria constante dos atendimentos.
“Eu gosto muito de trabalhar com atendimento. É muito bom lidar com o público. As pessoas chegam até nós num momento em que estão bem fragilizadas. E temos de ter a sensibilidade para oferecer um tratamento humanizado que as façam se sentir seguras e acolhidas”, explica Thays Karen Alves, recepcionista, uma das funcionárias mais antigas.
“Eu entrei no comecinho. Havia pouco movimento e tudo era feito manualmente. Agora todos os prontuários são eletrônicos e todos os consultórios são informatizados”, comemora a recepcionista.

A Clínica Guadalupe realiza atualmente mais de 3 mil atendimentos por mês entre consultas, procedimentos e retornos, atendendo a mais de 30 planos de saúde.

Tudo isso, fruto de muito trabalho e de uma ideia fixa, centrada num papel social que os proprietários compreenderam bem. “Penso que para qualquer negócio dar certo, por trás deve ter uma causa a ser defendida. E eu e a Gleice temos em mente a missão de ajudar as pessoas. Com tantas dificuldades que a gente passou, nesses cinco anos, nós nunca perdemos e nem vamos perder de vista a essência do negócio. E qual é essa essência? É o nosso papel social. As pessoas vem pra cá procurando melhorar a sua qualidade de vida e nós temos de estar dispostos a ajudar e a acolher. Nosso propósito é, a cada dia, nos tornarmos melhores. Vamos continuar trabalhando motivados a ajudar o próximo, pois, isso faz parte da nossa missão. E, esse, sem dúvida, será o nosso legado”, conclui Widmark dos Anjos.


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